A Ciência de Deus e o Sexo das Borboletas

«Este «A Ciência de Deus e o Sexo das Borboletas» retoma aquilo que é uma vocação quase esquecida na nossa literatura: a de visitar o nosso quotidiano por via de um voo muito especial que se chama ironia.» (Mia Couto)
Segundo o académico Gilberto Matusse, Daniel da Costa começou a fixar-se como cronista, inventor de estórias, e continua a surpreender, mas agora pela argúcia, pela perspicácia, pelo manejo de uma escrita já madura e segura, uma escrita fluida, em que o fantástico e o insólito, servidos por uma ironia a balançar entre o sarcástico e o cómico, transformam as histórias em parábolas e alegorias deste conturbado tempo de hoje, tempo de novos pesos e medidas, de sonhos e ambições também de tipo novo, de extremos que se tocam, de ladrões que até têm bom coração, porque só nos roubam e nos torturam, mas não nos matam.
«A Ciência de Deus e o Sexo das Borboletas»,portanto, é testemunho do que digo sobre a escrita de Daniel da Costa, como Gilberto Matusse também testemunhou no baptismo de obra.

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